31 julho, 2013

Um pouco da história e evolução do telescópio.



1º Telescópio, invenção de Galileu Galilei.



O primeiro telescópio era um instrumento rústico e tosco, se comparado aos modelos de hoje, mas, foi com esse rústico e simples instrumento que o “florentino” Galileu Galilei começou a mudar o mundo e o modo da humanidade ver esse mesmo mundo. Até então, tudo que existia fora da Terra era tido como imutável, diziam que eram coisas que a humanidade não poderia entender, coisas que estavam fora do nosso alcance. Eu concordo com tudo isso, pois do jeito que a humanidade era conduzida, não poderia ser diferente mesmo
Após a invenção do telescópio a astronomia tomou um novo rumo onde, pouco a pouco, foi possível esclarecer muita coisa que antes era impossível de se ver e entender. Mesmo as religiões, que diziam ter resposta para tudo, quanto ao que existia alem da Terra não tinha o que dizer, não conseguia desvendar nada do que um pequeno e inofensivo telescópio era capaz.. 
Existe um Mundo imenso lá fora, Trilhões e Trilhões de vezes maior do que o Sistema Solar. O uso do telescópio foi á primeira janela para o conhecimento desse grande Universo. Foi à primeira luz que a ciência, através de Galileu Galilei e depois de Isaac Newton com seus respectivos e singelos telescópios, jogaram sobre a humanidade. Depois de milhares de anos  essa foi à primeira oportunidade de vermos algo com mais detalhes, algo que estivesse fora da Terra. Coisas que antes estivera fora do alcance de nossos olhos e longe da compreensão humana.
Depois de inventado, o telescópio evoluiu bastante, e quem mais contribuiu para isso foi o físico inglês Isaac Newton. O telescópio newtoniano, diferentemente do telescópio que utiliza apenas lentes de aumento para aproximar as imagens, (refratores) usa um espelho esférico ou parabólico para captar a luz. A imagem refletida pelo espelho é captada  por uma lente objetiva, que é responsável pelo foco.
Newton ao construir esse telescópio, resolveu o problema da aberração cromática que ocorria com os telescópios até então.  


Telescópio espacial Hubble, o mais famoso na atualidade.

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Telescópio refletor  de pequeno porte.


Rádio telescópio, observações indiretas, via ondas de rádio.


Espelho de um grande telescópio, este pertence a Hubble.

O CEAAL levando a observação até as pessoas, ao centro seu Fidelis e  com seu binóculo.

Seu Fidelis, construtor de telescópio em Maceió AL http://fidelisdeamaraji.blogspot.com/

Observatório astronômico profissional.


OAGLL, observatório astronômico Genival Leite Lima em Maceió AL

Mais um pouco sobre o Sol e as estrelas.



A Terra em relação ao Sol


 Conversando com as pessoas, você percebe que geralmente elas acreditam que o Big Bang fez a matéria que permeia o universo e dá formas aos planetas, mas isso não é verdade. Isso quando não acreditam em coisas piores, tipo mágica etc. Como poderiam entender a origem da matéria do Universo, se não aprendem ciência, principalmente Astronomia, a mais antiga das ciências?

      O SOL E AS ESTRELAS. Fábricas de matéria do Universo.
   O que se aprende sobre o Sol geralmente também se aplica as estrelas. O Sol é literalmente uma bola de gás quente e gigante. Só que o Sol tem uma temperatura de 15 milhões de graus em seu núcleo, um diâmetro de cerca de 1 400 000 km (um milhão e quatrocentos mil) e quase totalmente de hidrogênio e hélio. A pressão descomunal e a alta temperatura em seu núcleo funde átomos de hidrogênio, convertendo-os em hélio, a energia resultante dessa fusão é irradiada para o espaço em todas as direções, e um pouco dela, depois de sair do Sol e depois de oito minutos chega aqui na Terra, iluminando e aquecendo tudo. O Sol está fazendo a mesma coisa em média á cinco bilhões de anos, e continuará a fazer por mais cinco sem muitas alterações que venham a influenciar a vida na Terra.
    Mais de 95% das pessoas do planeta não sabem o que o Sol faz exatamente. A humanidade acredita que a função do Sol é somente iluminar, aquecer e sustentar a vida na Terra. Mas não é só isso, e isso não é a principal função de uma estrela.
     O Sol e todas as estrelas fizeram a mesma coisa sempre. São fábrica de elemento, fábricas de matéria. Quase toda a matéria que é encontrada na Terra, em todos os outros planetas, em satélites, meteoros e cometas, são feitas, forjados ou fabricados dentro das estrelas. O processo de fusão nuclear que acontece no núcleo de todas as estrelas, e que funde os átomos de hidrogênio em elementos mais complexos, libera energia em forma de radiação eletromagnética. Essa energia liberada é o subproduto dos processos de fusão acontecido no Sol e em todas as estrelas. Esse processo começou há bilhões de anos atrás com as primeiras estrelas e continuará por bilhões  ou trilhões de anos. Enquanto existir estrelas brilhando, existirá matéria sendo forjada e energia sendo liberada das estrelas.
    O Sol é uma estrela de segunda geração, ele também é uma forja gigante de matéria, só que, nós e a vida da Terra nunca faremos uso da matéria que está sendo montada em seu interior, pois para isso o Sol teria que explodir e espalhar seus restos ou sua matéria no espaço.


     Ele, o Sol, só veio a existir depois que outras estrelas "morreram". Se o Sol fosse uma estrela de primeira geração (quase somente de Hidrogênio), nós, os planetas e tudo que tem vida, em todo o sistema solar, não existiríamos. A evolução das primeiras estrelas, possibilitou, deu condições, para que a vida evoluísse. Só depois da “vida e morte” das primeiras estrelas, dessa que é mais uma fase evolutiva do Universo, é que a vida foi possível. A natureza, a matéria, o Universo vive em continua transformação. Algumas coisas têm o seu fim, para que outras tenham o seu começo. Como disse Antoine-laurent de Lavoisier, considerado o pai da química moderna, na natureza nada cria nada se perde tudo se transforma. E isso é valido para todo o Universo.
                         Se possível, deixe um comentário.

Buraco negro gigante e a matéria que o alimenta.


Galáxias elípticas e espirais são hospedeiras, cada uma delas, de um buraco negro central com milhões ou mesmo bilhões de massas solares. São esses buracos negros que movimentam a galáxia, pois, de outra forma seria impossível movimentar toda essa massa concentrada de estrelas, toda uma gigantesca galáxia.
Quando olhamos e analisamos uma dessas galáxias com outra perspectiva, vemos que ela parece somente um buraco negro e uma porção de escombros ou matéria que gira em torno de um moinho, ralo ou sorvedouro para onde tudo converge, matéria para alimentar um poço sem fundo, matéria que está convergindo para o centro do redemoinho ou centro desse buraco negro.
Ou seja, com o passar do tempo e o desenvolvimento dessa espiral, toda a galáxia vai está dentro do buraco negro, vai ser sugada, atraída e engolida, se tornará uma singularidade.
Se isso se confirmar e se repetir com todas as galáxias, o futuro do Universo será com toda a sua matéria dentro de super-buracos negros, e será bem diferente das teorias atuais.
Quando vistas de perfil, as galáxias espirais e elípticas parecem grandes furacões, onde tudo está convergindo para um centro. 
Essas super galáxias estão atraindo outras galáxias menores e que não estão tão "próximas", isso com a força gravitacional do buraco negro, agora imaginem as estrelas ou sistemas solares que estão praticamente ao seu lado, o que será delas, e qual seria a força que iria impedir que elas sejam arrastadas para esse "buraco".
Vejam as imagens abaixo, vejam as semelhanças da aparência das galáxias com os furacões e tirem suas conclusões:



Estas acima são imagens de galáxias espirais, abaixo são redemoinhos de furacões vistos do espaço. Vejam a semelhança.


A Lua, pequeno planeta, companheira e satélite da Terra.




A Lua e suas crateras, um planeta esburacado, companheiro e escudo da Terra.

Pois é, acredite ou não, a Lua é um pequeno planeta que está a uma distância média de 384 405 km da Terra , por orbita o planeta Terra, ela é o seu satélite natural. A Lua tem um diâmetro equatorial de cerca de 3.474,6 km, aproximadamente ¼ do diâmetro da Terra, esse tamanho “todo” da Lua confere ao sistema Terra Lua a função de um sistema duplo de planetas, pois a Lua é muito grande para ser tratada apenas como um satélite natural da Terra. Vejam imagens comparativa de várias luas abaixo. 

As maiores luas do sistema solar comparadas com Mércurio e Plutão.


Algumas das maiores Luas se estivessem em orbita do Sol seriam planetas, pois são maiores do que Plutão e Mercúrio. Na verdade, qualquer corpo celeste que orbite uma estrela é considerado um planeta, só depende das regras adotadas e da consideração de quem o classifica, mesmo que o objeto seja artificial.

Apesar de ter "infinitamente" menor massa do que o Sol, a Lua exerce mais influencia nas marés do que o nosso astro Rei, pois o Sol está a milhões de quilômetros da Terra (Aproximadamente 150 milhões de km). A Lua a menos de meio milhão de km. (384.405km)
Uma Lua ou satélite, ou qualquer outro corpo celeste, por maior que seja, mas, que esteja orbitando um planeta, é esse corpo considerado um satélite. Qualquer planeta que esteja em volta de outro, é considerado um satélite. Ou melhor, quando dois corpos celestes estiverem girando ou orbitando um em volta do outro, para um deles, o outro sempre será o seu satélite, não importando o tamanho. Para qualquer um que se encontre na Lua, a Terra é que é vista como um satélite, e é o seu satélite. 
Nesta imagem, a Terra é o satélite da lua.

A Lua apresenta fases ou áreas iluminadas maiores ou menores, diferentes de um dia para outro, isso fez e faz com que ela seja o objeto do Céu noturno mais contemplado, e que mais trouxe dúvidas na antiguidade. Ainda hoje, ela é objeto de inquietação para muita gente no planeta. A razão de muitos não entenderem o que são essas fases, leva-os a fantasiar e se iludir com coisas estranhas e conceitos nada corretos.
Movimento que mostra as fases lunares.
O principal objetivo prático e físico da Lua é influenciar no movimento das marés altas e baixas. 
Na antiguidade a utilidade da Lua foi mais destacada na divisão do calendário e na orientação noturna, devido a periodicidade noite após noite, de suas fases crescente a minguante, e de seu movimento em torno da Terra. 
Sobre a Lua, existem tantas fantasias que até pessoas esclarecidas se deixam confundir, acreditam que se a Lua não existisse a Terra teria problemas com o clima e com a estabilidade das águas dos oceanos, ou que o eixo da Terra seria afetado, mas não é bem assim. Caso a Lua não existisse, nós não teríamos marés tão altas e tão baixas como as atuais. Do mesmo jeito que existe planetas com um satélite, existem planetas sem satélites, e com muitos satélites. O que descontrolaria o clima da Terra, seria se a Lua sumisse, deixasse de existir, de um momento para outro, ou, se a sua massa crescesse consideravelmente em pouco tempo, ou ainda, se ela se aproximasse muito da Terra. Sobre isso, existem filmes que mostram como seria trágico, pois o planeta teria que se ajustar instantaneamente a falta de atração gravitacional da Lua, ou a uma Lua com muito mais massa, e nós estaríamos envolvidos diretamente nessas mudanças repentinas e catastróficas. 
Quando a lua e o Sol estão do mesmo lado da Terra, a força gravitacional de ambos se somam, e quando estão de lados opostos, a força gravitacional de ambos é dividida. O máximo que aconteceria se a lua não existisse, seria a Terra ter somente a atração gravitacional do Sol para a elevação das marés.

A Lua tem condições de abrigar vida com o auxílio de tecnologias, ela também é uma reserva mineral, para a extração de metais úteis para a exploração espacial futura. Na Lua, será instalada as primeiras colônias humanas fora da Terra, logo que os avanços tecnológicos e astronáuticos se confirmarem viáveis. A Lua será porto e trampolim, também um local de abastecimento para futuras missões tripuladas, daí sua grande importância para o futuro da humanidade. A Lua também será um roteiro turístico, logo que as viagens para lá se tornem acessíveis e menos dispendiosas para uma boa parcela da humanidade.



Imagem, fora de escala, mostrando como a massa de águas se move em direção a Lua para formar as marés.


Imagem clássica do homem na Lua. NASA.
Detalhe da superfície Lunar, cratera Copérnico.

Você entende as temperaturas da atmosfera da Terra?



Entenda a complexidade dessa fina camada de gases que sustenta toda a vida na Terra, pois sem ela  nós não estaríamos aqui para fazer parte e contar a história do Universo.

Veja aqui, leia e entenda, tudo sobre as camadas que formam a atmosfera terrestre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera_terrestre

A Terra vista do espaço com sua ténue e estreita atmosfera.